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PSP deteve este ano 21 pessoas com excesso de álcool a conduzir trotinetas [2021-12-6] [topo][voltar][alterar][eliminar][partilha]
A PSP apelou a todos os cidadãos que diariamente ou casualmente utilizam estes veículos para que o façam com respeito pelos utentes da via pública, quer para a sua segurança quer para a segurança de terceiros.
A PSP deteve 21 pessoas, desde o início do ano e até 15 de novembro, por condução de trotinetas com taxa de alcoolemia igual ou superior a 1,2 gramas/litro, mais do que triplicando as detenções do ano anterior.
Numa resposta enviada à Lusa, a PSP revelou que os condutores de trotinetas têm sido alvo "tanto de ações de fiscalização, como de sensibilização" por parte das autoridades, acompanhando a tendência de aumento da utilização de trotinetas e as consequentes questões relativas à segurança rodoviária.
Em 2017 foram detidos dois cidadãos por condução de trotinetas com álcool no sangue superior a 1,2 g/l, não tendo sido registadas detenções desta natureza no ano de 2018.
No entanto, em 2019, ano em que verificou um aumento exponencial da utilização/circulação deste tipo de veículos, foram detidos 50 cidadãos e, em 2020, considerando as restrições do contexto pandémico, foram detidas seis pessoas.
Este ano, e até 15 de novembro, a PSP refere já terem sido detidos 21 cidadãos pela prática deste crime, sendo entendimento das autoridades que o aumento está relacionado "com o aliviar das medidas de contenção pandémica e o retorno à dita 'normalidade".
No contexto de infrações relacionadas com a condução de trotinetas sob a influência de álcool, a PSP registou oito contraordenações em 2017, quatro em 2018, 21 em 2019, 10 em 2020 e 14 entre janeiro e outubro 2021.
A PSP apelou a todos os cidadãos que diariamente ou casualmente utilizam estes veículos para que o façam com respeito pelos utentes da via pública, quer para a sua segurança quer para a segurança de terceiros.
A Bolt, plataforma que junta na sua aplicação móvel TVDE, trotinetas e bicicletas, desenvolveu uma inovação tecnológica para testar se o utilizador de uma trotinete elétrica está alcoolizado, podendo impedi-lo de desbloquear o veículo e fazer a viagem.
Esta funcionalidade irá estar operacional entre as 00:00 e as 06:00 e será "um teste de reação em que será medido o tempo em que se responde a um 'jogo' para avaliar se a pessoa está em condições para conduzir em segurança".
Na aplicação do telemóvel, após escolher a viagem de trotineta, o utilizador irá ter de fazer um jogo (com a imagem de um capacete) que irá aparecer no ecrã, sendo pedido que se toque na imagem de forma a medir o tempo de reação entre o surgimento do capacete e o ato de tocar no mesmo.
Se a reação for considerada muito lenta, a aplicação recomenda que seja pedido um TVDE (transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaracterizados a partir de plataforma eletrónica) e bloqueia a escolha da opção trotineta.
in sítio do DN
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| Acidentes nas estradas portuguesas provocados por animais aumentam há dois anos [2021-7-22] [topo][voltar][alterar][eliminar][partilha]
O número de acidentes provocados por animais nas vias portuguesas tem vindo a aumentar desde 2019, registando desde o início desse ano até maio de 2021 um total de 5304 acidentes — a grande maioria provocados por animais domésticos, provocando 240 feridos e uma morte. A notícia é avançada pelo Jornal de Notícias esta quarta-feira, 21, segundo dados divulgados pela Guarda Nacional Republicana (GNR) que aponta os períodos de confinamento em que a circulação foi reduzida como possível causa para aumento.
Em 2019 os números apontam para 1762 sinistros provocados por animais na via o que resultou em 120 feridos, mas olhando para 2020 o número de acidentes sobe 44,8% com 2551 sinistros registados e 92 feridos. Só até maio de 2021 já estavam sinalizados 991 novos casos de acidentes.
“No ano de 2020, existiu uma diminuição significativa da circulação automóvel, encontrando-se as vias mais disponíveis à ocupação por animais”, justifica a GNR ao JN, dando os períodos de confinamento impostos pelas medidas de combate à pandemia como uma possível causa para o aumento de animais nas estradas. Muitos deles acabaram por abandonar zonas rurais e de descampados para chegarem a zonas urbanas.
No total, dos 5304 sinistros, 3474 foram provocados por animais domésticos e 1830 foram provocados por animais selvagens. E no que diz respeito a estes últimos dados, aqui registou-se um aumento do número de javalis (560 acidentes em 2020) que “deixaram de perceber a estrada como uma ameaça porque não havia tráfego durante o confinamento”, admitiu António Mira, docente da Universidade de Évora e coordenador do projeto Life Lines, uma iniciativa que quer minimizar os efeitos negativos das infraestruturas na fauna reduzindo a mortalidade desta.
Quando aos animais domésticos, sobretudo os cães que provocaram a maioria dos acidentes (1428) em 2020, António Mira diz que também a situação pandémica poderá ter existido “maior abandono”, diz citado pelo JN, uma vez que nestas alturas de crise há “graves problemas económicos” e que as próprias pessoas estando em casa “não podiam vir com os animais à rua”.
O distrito de Portugal mais afetado, tendo em conta registos de 2019 até fevereiro deste ano, é Viseu, que regista 427 acidentes, seguido de Braga (353), Porto (319) e Faro (305). Apesar de se registarem alguns em autoestradas, a maior parte dos sinistros é em estradas nacionais e arruamentos.
in jornal Observador
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| Carta de condução e documentos do carro passam para formato digital [2020-11-16] [topo][voltar][alterar][eliminar][partilha]
De acordo com o projeto de decreto-lei do Governo, os documentos habituais, como o registo de propriedade, o certificado do seguro e a ficha de inspeção, terão uma versão digital. No entanto, se as autoridades não tiverem os equipamentos para ler os documentos, o condutor terá de apresentar versão em papel numa esquadra ou num quartel.
Os condutores vão deixar de ser obrigados a ter a carta de condução e os respetivos documentos do veículo em formato físico. Segundo o "Jornal de Notícias", esta é uma das alterações no Código da Estrada: também os outros documentos habituais, como o registo de propriedade, o certificado do seguro e a ficha de inspeção, terão uma versão digital.
O grafismo da carta de condução também vai mudar: Será acrescentado ao título um QR Code e a foto do condutor será duplicada. O objetivo, explicou o Governo no projeto de decreto-lei, é reforçar a segurança e permitir a leitura digital da carta de condução.
No entanto, para fazer a leitura dos documentos que estarão em formato digital, as autoridades têm de estar equipadas com os aparelhos eletrónicos necessários. Caso os agentes não tenham os equipamentos, o condutor tem cinco dias para apresentar os documentos em papel numa esquadra da PSP ou num quartel da GNR.
Além dos documentos, estão previstos o agravamento na punição pelo uso do telemóvel durante a condução e a proibição da circulação de trotinetas velozes nas ciclovias, cuja velocidade máxima é superior a 25 quilómetros por hora. No caso do uso do telemóvel, a coima duplica, passando dos atuais 120 para 250 euros e de 600 para 1200 euros.
in sítio do Expresso
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| Inspeções periódicas dos automóveis com novas regras [2020-11-5] [topo][voltar][alterar][eliminar][partilha]
O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) anunciou alterações no quadro de classificação das deficiências técnicas nas inspeções periódicas dos veículos automóveis, que entraram em vigor no primeiro dia deste mês de novembro.
O IMT revelou que estas alterações decorrem de uma Deliberação para harmonização entre todos os estados membros da União Europeia da “definição e atribuição do grau às observações e verificações efetuadas nas inspeções técnicas a veículos automóveis”.
Entre as principais novidades está a fiscalização do número de quilómetros dos veículos, entre duas inspeções, para detetar manipulações no conta-quilómetros de carros usados para vender, bem como a limpeza do veículo.
As “principais alterações” são nas inspeções automóveis prendem-se com:
-Desdobramento de todas as deficiências detalhando a sua definição para que as mesmas sejam comparáveis entre inspeções realizadas por diferentes inspetores e para que sejam perfeitamente entendíveis pelos proprietários dos veículos inspecionados;
-Introdução de anexo específico para deficiências relacionadas com veículos Híbridos e Elétricos;
-Introdução de deficiências específicas de veículos de transporte de crianças e de transporte de deficientes;
-Introdução de deficiências relacionadas com sistemas EPS (Direção Assistida Eletrónica), EBS (Sistema de Travagem Eletrónico) e ESC (Controlo Eletrónico de Estabilidade);
-Definição de novos valores máximos de opacidade de acordo com a Diretiva.
O IMT acrescenta que foram ainda introduzidos dois novos tipos de deficiências:
-O controlo de alteração do nº de quilómetros entre inspeções no sentido de precaver eventuais fraudes de manipulação dos conta-quilómetros nos atos de transações de veículos usados. Ou seja, será anotada esta informação na ficha de inspeção que se manterá como informação obrigatória nas inspeções subsequentes.
-Controlo das necessárias operações de 'Recall' (quando as marcas solicitam a recolha de automóveis às oficinas para reparar anomalias) quando estão envolvidas questões de segurança e aspetos relativos à proteção do ambiente.
- Sempre que as condições de limpeza prejudiquem as observações durante a inspeção, o veículo deve ser reprovado e o inspetor deve descrever na ficha de inspeção a não realização dos ensaios e verificações correspondentes à inspeção por não existirem condições de limpeza.
in sítio autportal
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| Governo elimina cor verde do dístico do seguro automóvel [2020-10-8] [topo][voltar][alterar][eliminar][partilha]
É oficial! Dístico do seguro do carro deixa de ser verde e agora é branco. O Certificado Internacional de Seguro Automóvel mais conhecido como “carta verde”, mudou! Desde o passado dia 1 de julho que este documento passou a ser impresso em folha branca, mas manteve-se o dístico.
Agora, a Portaria que vai ser publicada em Diário da República amanhã “oficializa” a cor do dístico.
Todos os condutores sabem o que é a “carta verde”. No entanto, com a pandemia, esta “carta verde” passou a branco, mantendo-se apenas o dístico. A partir de amanhã até o dístico do seguro do carro deixa de ser verde e passa a ser branco.
Desde julho que as seguradoras têm enviado SMS a informar os clientes de que o Certificado Internacional de Seguro Automóvel, usualmente designado por carta verde, deixaria de ser impresso em folha verde para passar a sê-lo em folha branca, mantendo a verde apenas o dístico destacável. A partir de amanhã, uma Portaria publicada em Diário da República acaba também com a cor do dístico.
Apesar de todas as alterações, é importante lembrar que o condutor continua a ser obrigado a afixado no para-brisas.
O sistema de carta verde é uma convenção internacional, denominada Convenção multilateral de garantias, que tem por objetivo facilitar o transporte rodoviário. Nos países aderentes a este sistema, a carta verde comprova que o veículo tem seguro obrigatório.
in sítio pplware
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